29 de janeiro – Dia Mundial do Hanseniano

A hanseníase (Mal de Hansen) vulgarmente conhecida como lepra, é uma doença infecciosa, de evolução crônica, lenta, que afeta nervos e pele, provocando danos severos. A doença tem um passado triste, de discriminação e isolamento de pacientes, devido às deformidades que causava. Felizmente hoje isso já não existe mais, pois ela pode ser tratada e curada.

A hanseníase é causada pela bactéria Mycobacterium leprae. A transmissão se dá de indivíduo para indivíduo, por germens eliminados pelo portador e que são inalados por outras pessoas, e por contato direto da pele com a ferida de doentes. É necessário, entretanto, que este contato seja íntimo e prolongado para que haja contaminação, por isso a necessidade de examinar sempre os familiares de pacientes com hanseníase.

Um dos primeiros efeitos da lepra, devido ao acometimento dos nervos, é a perda da sensação térmica, definida como a incapacidade de diferenciação entre o quente e o frio no local afetado. O diagnóstico da doença é clínico e laboratorial.

Procurar um médico aos primeiros sinais da doença é fundamental para a indicação do melhor tratamento para cada caso. Somente o médico poderá orientar o paciente em relação aos procedimentos adequados e ao uso de remédios.

A hanseníase tem cura. A terapêutica no Brasil é feita nos Centros Municipais de Saúde (Postos de Saúde) e os medicamentos são fornecidos gratuitamente aos pacientes, que são acompanhados durante todo o tratamento.

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